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Compartilhe a Felicidade

“O que você mais quer na vida?”

Esta simples pergunta pode ter as mais diversas respostas, mas certamente todas estarão de alguma forma conectadas com a busca pela felicidade.

Faça o teste: pergunte à primeira pessoa que cruzar o seu caminho. Caso ela não se assuste e vá embora, há grandes chances de você ouvir um “Ser Feliz”em resposta.

A verdade é que esta é uma busca comum e constante de todo indivíduo, seja através da satisfação das necessidades básicas (alimento, moradia, saúde, etc.) ou de elementos mais complexos e subjetivos (relacionamento, carreira, etc.). Assim, grande parte das atividades que realizamos – desde comer um bolo de chocolate ou levar as crianças no parque após um dia exaustivo de trabalho – as decisões que tomamos e até mesmo o tempo e dinheiro que investimos  – sejam em coisas ou momentos – são para, de alguma forma, sermos mais “felizes”.

E agora a pergunta que mais  gera incômodo: Será que estamos na direção certa para conquistar a tão sonhada felicidade?

Bom, se essa fosse uma pergunta simples de responder com certeza não existiriam tantos artigos, livros, cursos e teorias sendo desenvolvidas ao redor desse tema, certo?

Fato é que a grande dificuldade em responder essa pergunta com objetividade está na pluralidade do ser humano. Cada indivíduo vivencia as experiências da sua maneira e as encara por uma perspectiva única e particular. E é assim que algo que parece tão simples e trivial – que é a felicidade – torna-se complexo e cheio de diferentes verdades. Para simplificar, vamos trazer aqui uma abordagem mais científica da felicidade (sim, existe uma ciência por trás disso tudo).

Diversas organizações vêm realizando estudos bastante relevantes sobre o assunto nas últimas décadas, o que tem contribuído para uma mudança significativa na forma como são medidos o  progresso social, a qualidade de vida, entre outros. Até então eram considerados aspectos como índice de natalidade, mortalidade, expectativa de vida, entre outros indicadores que – cá entre nós” – não costumam contribuir para que ações mais efetivas sejam tomadas.

A boa notícia é que grande parte desses estudos apontam para uma mesma direção – o que de certa forma facilita um pouco a “jornada para a felicidade” (ufa!) –  mas por outro lado questiona diversas crenças existentes quanto às  “fontes de felicidade”.

O Relatório Mundial da Felicidade da ONU (Organização das Nações Unidas) avalia e classifica anualmente o “Índice de Felicidade” de 155 países. Os seguintes elementos são considerados em sua equação: Liberdade, Generosidade, Confiança no Governo e na Sociedade, Saúde e Prosperidade Financeira.

Ao comparar os resultados dos últimos anos foi possível identificar que os aspectos sociais  são determinantes para que o país fique melhor ou pior colocado no ranking, a exemplo dos Estados Unidos que tiveram um significativo aumento no aspecto “Prosperidade Financeira”. No entanto, devido aos fatores sociais, caíram uma posição no ranking de 2017.

Outro estudo – este realizado pela Universidade de Harvard – aponta para um caminho muito semelhante. Ao longo de 76 anos a instituição acompanhou de perto aproximadamente 700 rapazes, inseridos em diferentes contextos sociais, coletando informações quanto às atividades sociais, satisfação no trabalho e no casamento (caso houvesse) por meio de questionários e avaliando a saúde dos participantes por meio de exames físicos e neurológicos.  O resultado? “Boas relações mantém-nos  mais felizes e saudáveis”, foram as palavras do mais recente diretor da pesquisa, Robert Waldinger. O ser humano precisa se sentir conectado, estar inserido em um grupo social, família, amigos, comunidade. Ou seja, se sentir parte.

A solidão é tóxica: pessoas ficam doentes com mais frequência, morrem mais cedo e apresentam sintomas de depressão quando se sentem sozinhas. E por falar em depressão, a OMS (Organização Mundial da Saúde) registrou um aumento de quase 20% no número de casos de depressão entre 2005 e 2015. Nas é assustador pensar que em plena era das “redes sociais” as pessoas se sintam sozinhas?

Bom, agora que sabemos o segredo da felicidade que tal sair compartilhando felicidade por aí? Veja a lista que preparamos com algumas sugestões de atitudes simples que podem mudar o seu dia e das pessoas ao seu redor. Coloque em prática e compartilhe com a gente lá no app do GoForGood, quem sabe você “contamina” ainda mais gente com a sua felicidade!

  • Quando conversar com alguém esteja 100% presente e disposto a ouvir;
  • Pratique empatia: antes de responder ou reagir, tente se colocar no lugar do outro;
  • “Esqueça” o celular em casa uma vez ou outra – você vai ver como essa simples atitude muda a forma como você conVIVE e interAGE com as pessoas;
  • Sorria – com ou sem motivo, mesmo que você não receba um sorriso de volta;
  • Agradeça, peça desculpas e licença, diga bom dia, boa tarde e boa noite, seja gentil;
  • Elogie (com sinceridade) sempre;
  • Não fale, nem deseje o mal para ninguém (nem no trânsito). É tão feio e você não ganha nada com isso;
  • Olhe para dentro: conheça sua beleza, seus dons – o autoconhecimento é chave para ser feliz;
  • Passe mais tempo fazendo coisas que você gosta e tem talento, faz bem para a auto-estima;
  • Abrace com vontade;
  • Seja sincero com você e com os outros, a verdade pode doer um pouco na hora, mas evita muita dor de cabeça no futuro;
  • Faça um diário da felicidade: registre coisas boas que acontecem na sua vida e leia naqueles momentos mais difíceis;
  • Espalhe bilhetes pela casa ou no trabalho com frases ou motivos que te façam sorrir;
  • Ajude alguém sempre que possível;
  • Cuide de você, da dua saúde física e mental;

” (…) A vida é boa quando você está feliz; mas a vida é muito melhor quando os outros estão felizes por sua causa” (Papa Francisco)

 

Fontes:

http://worldhappiness.report/

https://www.ted.com/talks/robert_waldinger_what_makes_a_good_life_lessons_from_the_longest_study_on_happiness?language=pt-br#t-444808

http://www.who.int/campaigns/world-health-day/2017/en/

http://www.paho.org/bra/index.php?option=com_content&view=article&id=5385:com-depressao-no-topo-da-lista-de-causas-de-problemas-de-saude-oms-lanca-a-campanha-vamos-conversar&Itemid=839

Fiscal da Cidadania

Fazendo uma busca simples no Google sobre “O que é Cidadania” é possível encontrar o seguinte:

“Cidadania é o exercício dos direitos e deveres civis, políticos e sociais estabelecidos na Constituição de um país. A cidadania também pode ser definida como a condição do cidadão, indivíduo que vive de acordo com um conjunto de estatutos pertencentes a uma comunidade politicamente e socialmente articulada.”

 

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Chega de desperdício

Alguns países, como a Alemanha e a Dinamarca, já possuem mercados que vendem exclusivamente produtos que estão fora do prazo de validade (considerando a data impressa na embalagem), mas que são próprios para o consumo. São frutas, verduras, laticínios, produtos congelados e até mesmo carnes! Estes produtos são comercializados por um preço bastante acessível – cerca de 50 a 60% mais baratos do que os que estão “dentro do prazo de validade” – o que acaba atraindo muitos consumidores e contribui para que os produtos não fiquem nas estantes por muito tempo.

[…]

Como empresas e colaboradores podem atuar dentro dos 17 ODS da ONU

A Organização das Nações Unidas (ONU), junto com seus 193 países membros, aprovou em setembro de 2015 os 17 Objetivos de Desenvolvimento Sustentável (ODS), que irão nortear o desenvolvimento social no mundo. O conjunto desses ODS forma um plano de ação global que visa guiar as atitudes das pessoas de forma sustentável até 2030.

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